Notícias
Suas informações em rankings jurídicos são um ativo estratégico. Você está protegendo esse patrimônio?
Suas informações em rankings jurídicos são um ativo estratégico. Você está protegendo esse patrimônio? Essa é uma pergunta que vem ganhando relevância à medida que os escritórios ampliam seus investimentos em rankings jurídicos nacionais e internacionais e compartilham informações cada vez mais sensíveis com consultorias e agências especializadas.
Quando um escritório contrata uma agência de rankings jurídicos, compartilha muito mais do que uma lista de tarefas.
Compartilha nomes de clientes, contatos de referees, histórico de submissões, estratégias de posicionamento e informações construídas ao longo de anos de relacionamento com o mercado.
Em outras palavras, compartilha ativos estratégicos.
À medida que o mercado jurídico se profissionaliza, cresce também a necessidade de avaliar não apenas a capacidade técnica de uma agência, mas seus padrões de governança, confidencialidade e proteção de dados.
Antes de contratar uma agência de rankings jurídicos, algumas perguntas deveriam fazer parte do processo de due diligence.
Ainda não sabe como escolher uma agencia de marketing jurídico? Confira aqui!
1. Os dados serão utilizados exclusivamente para a execução dos serviços contratados?
Informações fornecidas pelo escritório devem ser utilizadas apenas para a finalidade que justificou seu compartilhamento.
O contrato estabelece de forma clara que esses dados não serão utilizados para desenvolvimento de produtos próprios, análises comerciais, inteligência competitiva ou qualquer outra finalidade não relacionada à prestação dos serviços?
2. Existe um protocolo formal para encerramento da relação contratual?
O que acontece com as informações do escritório quando o contrato termina?
Uma operação madura deve prever procedimentos claros para devolução, exclusão ou descarte seguro dos dados compartilhados, incluindo históricos de submissões, contatos de clientes e demais informações estratégicas.
3. Há transparência sobre o uso de informações para pesquisas e estudos de mercado?
Caso a agência utilize informações agregadas para produção de pesquisas, benchmarks ou estudos setoriais, esse processo deve ser transparente e previamente autorizado.
Mesmo quando anonimizados, dados corporativos merecem tratamento responsável e alinhado às expectativas do escritório.
4. Quem tem acesso às informações compartilhadas?
A segurança de dados não depende apenas de tecnologia.
É importante compreender quem acessa as informações dentro da agência, quais parceiros ou fornecedores participam da operação, como os acessos são controlados e quais procedimentos existem para revogação dessas permissões quando necessário.
5. A agência possui processos compatíveis com a LGPD e com a sensibilidade do setor jurídico?
Mais do que afirmar conformidade com a legislação, a agência deve demonstrar como protege as informações sob sua responsabilidade.
Políticas de privacidade, cláusulas de confidencialidade, controles internos e procedimentos de segurança são elementos que ajudam a reduzir riscos e fortalecer a relação de confiança.
Conclusão
Escritórios investem anos para construir reputação, relacionamentos e histórico de reconhecimento em rankings jurídicos.
Ao contratar uma agência especializada, não estão apenas terceirizando uma operação. Estão confiando informações estratégicas que também precisam ser protegidas.
Governança, transparência e segurança não deveriam ser diferenciais. Deveriam ser requisitos básicos.




